Sabe aquela sensação de paz e calma que a gente sente quando está diante de uma árvore frondosa, uma lagoa ou uma cachoeira? Isso não é só uma impressão: estar em contato com a natureza tem repercussões pra lá de positivas no cérebro. Um trabalho realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) ajuda a sedimentar essa ideia.

Os autores analisaram dados de 2 584 cariocas. Aqueles que moravam perto de parques, praças ou reservas naturais tinham menor risco de desenvolver quadros crônicos de estresse, ansiedade e depressão leve. Curiosamente, o efeito benéfico era ainda maior nos indivíduos de baixa renda que viviam próximos desses bolsões naturais.

Infelizmente, no atual momento de pandemia e isolamento, o contato com o meio ambiente fica mais restrito. Uma maneira de amenizar essa saudade é assistir a programas na TV que abordam os diferentes ecossistemas do planeta e cultivar algumas plantinhas em casa. Quem sabe essa não seja uma oportunidade para entender a importância de preservar as diferentes espécies a fim de admirá-las ao vivo num futuro próximo?

Revista Saude

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